INDICE DE HOSPITALIZAÇÃO DE IDOSOS POR QUEDAS

Felipe Lima, Letícia Aragão Andrade, Yasmin Almeida Lima, Thiago José Magalhães Silva Viana, Daniele Martins de Lima Oliveira

Resumo


Com o avançar da idade existem múltiplos fatores que dificultam o cotidiano dos idosos, dentre eles estão o ambiente que não privilegia pessoas nessa faixa etária, bem como as modificações fisiológicas pelas quais estes passam. Devido a essa multiplicidade de causas, os traumas têm destaque na morbidade e mortalidade, sendo as quedas o agravo mais prevalente. É constatado que por ano 30% da população idosa sofre com esse problema. Essa elevação no número de casos acontece devido ao aumento da expectativa de vida dos últimos anos. Os agravos em questão e suas consequências são considerados síndromes geriátricas, sendo as principais causas que levam os participantes desse grupo ao óbito. No Brasil, essa problemática se concentra nos centros urbanos sendo o principal alvo o público feminino, que comumente fazem uso de medicamentos contínuos ou apresentam doenças crônicas, sendo esses dois importantes fatores de risco para o acometimento de quedas. O ambiente residencial é o que apresenta o maior índice desse acontecimento, principalmente de indivíduos que moram sozinhos, por ser um local que passa segurança a essa população e com isso a uma redução da atenção e cuidado dentro nesse ambiente. O trauma estudado geralmente pode proporcionar fraturas, que são as principais responsáveis pela morte acidental de idosos, hospitalizações, e declínio funcional, além disso observa-se o surgimento de quadros depressivos, traumatismos crânio encefálicos, ansiedade e o chamado “medo de cair”.

Palavras-chave


Acidentes por quedas; Idosos fragilizados; Fratura; Internação hospitalar.

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