EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM NO ESTADO DE SERGIPE: análise da situação atual e perspectivas dos cursos de graduação

Lorena Bandeira Lima, Tais Azevedo dos Santos, Sara Larissa Guimarães Mercenas, Rianny Carolyna Souza Silva, Marcio Lemos

Resumo


Introdução: A formação é área crítica do processo de reorientação do setor saúde. No Brasil a área da Educação em Enfermagem vem passando por transformações na tentativa de contribuir com um perfil adequado às necessidades de saúde da população e referendado na produção de conhecimentos inovadores e de utilidade para a sociedade. Objetivo: Analisar a expansão da Educação em Enfermagem em Sergipe a nível de graduação e discutir suas tendências e perspectivas. Metodologia: Foram utilizados dados secundários obtidos através de consultas à plataforma do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP/MEC), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (CAPES/MEC). Resultados: Na última década houve aumento significativo da oferta de vagas em 13 cursos, sobretudo em instituições privadas e concentradas em apenas quatro municípios. Conclusão: É fundamental o planejamento e ordenamento da formação contribuindo assim para definição de políticas e programas de fortalecimento das políticas públicas de saúde.

Palavras-chave


Enfermagem. Currículo. Educação em Enfermagem. Escolas de Enfermagem. Política de Saúde.

Texto completo:

PDF

Referências


LEMOS, M; FONTOURA, M. S. Formação em Saúde no Estado da Bahia: uma análise à luz da implementação das Diretrizes Curriculares nacionais dos cursos de graduação em saúde. Revista Baiana de Saúde Pública, [S.l.], v. 33, n. 1, p. 35, ago. 2012. ISSN 2318-2660. Disponível em: . Acesso em: 05 abr. 2018.

AMÂNCIO-FILHO A. Dilemas e desafios da formação profissional em saúde. Interface Comun Saúde Educ, v. 8, n. 15, p. 375-80, 2004.

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação - CNE. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE-CES 5, de 19 de fevereiro de 2002. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Saúde. Diário Oficial da União, Seção 1, p. 12, Poder Executivo, Brasília, DF, 4 mar. 2002.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira: 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2016.

SINDICATO DAS MANTENEDORAS DE ENSINO SUPERIOR (SEMESP). Mapa do ensino superior no Brasil. São Paulo: SEMESP, 2016. Disponível em: . Acesso em: 05 abr. 2018.

SISTEMA DE INDICADORES DAS GRADUAÇÕES EM SAÚDE (SIGRAS). Gerador de relatório. SIGRAS, 2017. Disponível em: . Acesso em: 05 abr. 2018.

GIRARDI, S. N. et al. Estrutura atual e estimativas futuras da força de trabalho em medicina, enfermagem e odontologia no Brasil: 2000 a 2030. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2015

VIEIRA, A. L. S.; AMÂNCIO FILHO, A. Apresentação. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Dinâmica das graduações em saúde no Brasil: para uma política de recursos humanos. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2006.

DAL POZ, M. R.; PERANTONI, C. R.; GIRARDI, S. Formação, mercado de trabalho e regulação da força de trabalho em saúde no Brasil. In: Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). A saúde no Brasil em 2030: prospecção estratégica do sistema de saúde brasileiro: organização e gestão do sistema de saúde, p. 187-233. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2013.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.