ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM UMA INSTITUIÇÃO DE SAÚDE PÚBLICA DE SERGIPE: uma visão dos usuários

Autores

  • JÉSSICA OLIVEIRA DA CUNHA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
  • THAYNARA SILVA DOS ANJOS universidade federal de sergipe
  • MANUELLE MENEZES DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
  • NADYEGE PEREIRA CARDOSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
  • ANDREIA FREIRE DE MENEZES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

Palavras-chave:

ACOLHIMENTO, PROTOCOLOS, CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Resumo

INTRODUÇÃO: Boa parte da população brasileira ainda tem sua condição clínica agravada em função das grandes filas em serviços de saúde que não adotam critério algum a não ser a ordem de chegada. OBJETIVO: Conhecer a percepção dos usuários quanto à classificação de risco de uma instituição pública de Sergipe. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo transversal e quantitativo, com abordagens descritiva e analítica, realizado por meio de entrevista com 80 usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) de um hospital público de atenção secundária em Itabaiana, Sergipe. Os dados foram coletados entre os meses de janeiro e fevereiro de 2017 e analisados no software SPSS, versão 20 para Windows. Para análise estatística foram utilizadas as técnicas univariada e bivariada e os testes Qui-quadrado e Exato de Fisher. CAAE: 62430816.1.00005546. RESULTADOS: Dentre os usuários que já haviam passado por atendimento médico na unidade hospitalar estudada (n= 72), somente 19,4% (n= 14) deles referiram conhecimento sobre o que seria a classificação de risco. O tempo de espera ≥ 1 hora para classificação foi referido por 66,3% (n= 53) dos participantes. A maioria das classificações foi realizada pelos técnicos de enfermagem (65%; n= 52) e apenas 3,8% (n= 3) da amostra total disseram ter recebido informação quanto à classificação recebida. Entretanto, ainda assim, muitos usuários mostraram-se satisfeitos com o tempo de espera, seja da sala de espera para a sala de classificação de risco (71,2%; n= 57) ou desta para o atendimento médico (51,3%; n= 41), e mais da metade classificou a qualidade do atendimento, de forma geral, como “boa” (60%; n= 48). CONCLUSÃO: Os usuários do serviço público estudado desconhecem o significado da classificação de risco na priorização dos atendimentos à saúde. Dessa forma, ressalta-se a necessidade de maior divulgação dos preceitos relacionados à classificação de risco para o público em geral.

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Biografia do Autor

JÉSSICA OLIVEIRA DA CUNHA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

Departamento de Enfermagem, saúde

Referências

LOPES, J. B. Enfermeiro na classificação de risco em serviços de emergência: revisão integrativa. Monografia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2011.

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Arquivos adicionais

Publicado

2019-01-07

Como Citar

OLIVEIRA DA CUNHA, J., DOS ANJOS, T. S., DE OLIVEIRA, M. M., CARDOSO, N. P., & FREIRE DE MENEZES, A. (2019). ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM UMA INSTITUIÇÃO DE SAÚDE PÚBLICA DE SERGIPE: uma visão dos usuários. 2° Congresso Nacional De Enfermagem - CONENF, 1(1). Recuperado de https://eventos.set.edu.br/conenf/article/view/9269

Edição

Seção

Linha Assistencial